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18/08/2021
Por AGEFLOR
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Suzano é a empresa brasileira que mais cresce em valor da marca em ranking da Brand Finance

A Suzano, referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do cultivo de eucalipto, foi destaque no ranking Brand Finance Brasil 50 2021 como a empresa de maior crescimento em valor da marca. A pesquisa reconheceu as companhias que, mesmo com a pandemia da Covid-19, se consolidaram entre as mais valiosas do Brasil. Entre os critérios analisados estão reputação, inovação, custo-benefício, relacionamento emocional, recomendação e qualidade.  

No ranking, que contou com a resposta de mais de 50 mil consumidores e dados financeiros coletados em 29 países, o crescimento de 184% no valor da marca da companhia foi impulsionado por seus fortes resultados financeiros, suas metas de longo prazo, também chamadas de compromissos para renovar a vida, com foco em mudanças climáticas, redução da pobreza, sustentabilidade, além de diversidade e inclusão. A companhia pretende, até 2030, oferecer 10 milhões de toneladas de produtos de origem renovável, desenvolvidos a partir da biomassa, remover mais de 40 milhões de toneladas de carbono da atmosfera e ainda contribuir diretamente para que 200 mil pessoas instaladas nas regiões onde atua saiam da linha da pobreza.  

A fusão entre Suzano Papel e Celulose e Fibria, concluída em 2019, também foi um dos fatores responsáveis pelo aumento no valor da nova marca, Suzano S.A. Com esta ação, a marca da Suzano passou a ser avaliada em R$ 2,9 bilhões. 

“Sermos reconhecidos pela Brand Finance reforça que estamos no caminho certo no trabalho de construção e evolução da nossa marca, que tem sido cada vez mais presente na vida das pessoas, não apenas por meio dos nossos produtos, como também pelo nosso posicionamento diante de temas tão essenciais para a sociedade, como a agenda ambiental, social e de governança. Seguimos construindo e fortalecendo nossa cultura, e acreditamos que o nosso Propósito de renovar a vida a partir da árvore, levará a nossa marca ainda mais longe”, afirma Marcela Porto, Head de Comunicação e Marca da Suzano. 

A companhia também faz parte do Índice Dow Jones de Sustentabilidade – Mercados Emergentes (DJSI Emerging Markets) 2020-2021 – e da carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, além de ter mais de US$ 2 bilhões em emissões de bônus atrelados à critérios de ESG. 

Suzano vende 2,8 milhões de toneladas de celulose e papéis no segundo trimestre de 2021

A Suzano comercializou 2,8 milhões de toneladas de celulose e diferentes tipos de papéis ao longo do segundo trimestre de 2021. Os dados constam no balanço trimestral da companhia, a maior fabricante de celulose de eucalipto do mundo e uma das maiores fabricantes de papéis da América Latina. 

As vendas de celulose alcançaram 2,5 milhões de toneladas entre abril e junho. A celulose é a matéria-prima utilizada na fabricação de papéis sanitários, embalagens, fraldas, máscaras e papéis de imprimir e escrever em geral, entre outros produtos essenciais para o dia a dia das pessoas. No segmento de papéis, as vendas atingiram 296 mil toneladas. 

A receita líquida da empresa totalizou R$ 9,8 bilhões, o maior resultado trimestral desde a constituição da Suzano S.A., em janeiro de 2019. A companhia opera 11 fábricas no Brasil, dentre elas cinco unidades de Bens de Consumo localizadas em Mucuri (BA), Imperatriz (MA), Belém (PA), Cachoeiro de Itapemirim (ES) e Maracanaú (CE), responsáveis pela produção das linhas Mimmo®, Le Blanc®, Max Pure®, Max Pure Baby®, Floral® e Scala®.  

Outro destaque positivo do trimestre foi a retração no nível de endividamento da empresa. A alavancagem medida pela relação entre dívida líquida e EBITDA ajustado caiu de 3,8 vezes em dólar ao final de março para 3,3 vezes ao final de junho. 

“Os números alcançados no segundo trimestre evidenciam, mais uma vez, a robustez financeira da Suzano e mostram que a companhia tem construído, ao longo dos últimos trimestres, as condições necessárias para viabilizar a instalação de uma nova fábrica de celulose no Mato Grosso do Sul”, afirma o presidente da Suzano, Walter Schalka. O andamento do projeto, anunciado em maio deste ano, ainda está sujeito ao cumprimento de condições precedentes. 

A desalavancagem da Suzano ocorre mesmo diante do maior volume de investimentos da empresa. Apenas no segundo trimestre, os desembolsos em projetos de manutenção, expansão e outros totalizaram R$ 1,3 bilhão. Ao longo do período, a Suzano realizou paradas programadas nas Unidades Aracruz (ES) e Limeira (SP). A partir dessas unidades, além das outras nove fábricas da companhia, a Suzano abastece cerca de 2 bilhões de pessoas em todo o mundo. A previsão da empresa é investir R$ 6,2 bilhões em 2021, montante 48% superior ao total desembolsado no ano passado. 

 
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