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18/11/2017
Por AGEFLOR
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Integração lavoura-pecuária-floresta ultrapassa 11 milhões de hectares no Brasil

O potencial do país como potência agroambiental foi destacado em painel realizado na última quarta-feira (15/11), no Espaço Brasil na Conferência das Partes para Mudança do Clima (COP 23), em Bonn (Alemanha).

Um exemplo apresentado foi o da adoção da integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) em 11,5 milhões de hectares, ultrapassando de maneira antecipada a meta voluntária estipulada pelo governo federal em 2009 para aumentar em 4 milhões a área com integração lavoura-pecuária-floresta até 2020.

Vale ressaltar, no entanto, que apenas 17% dessa área possui o componente florestal em uma de suas combinações (iLPF, iLF ou iPF) conforme observa o engenheiro florestal Arthur Faganello. “Ou seja, menos de 2 milhões de hectares são de sistemas integrados com floresta plantada”, ressalta.

De acordo com comunicado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), avanços significativos já foram dados com o Plano ABC, Cadastro Ambiental Rural e o Código Florestal.

Participantes do painel organizado pela Centro de Estudo em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas enfatizaram que o Brasil tem tudo para ser reconhecido mundialmente pela capacidade de conciliar a produção agropecuária com a preservação do meio ambiente, contribuindo não apenas para baixa emissão de carbono, mas também para uma agricultura carbono negativo.

“A Embrapa tem feito um esforço extremamente relevante e é uma das instituições responsáveis pelo sucesso da agropecuária brasileira”, diz o embaixador e presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), Roberto Jaguaribe. “As demandas ambientais são fundamentais.

Mas existe um componente demagógico que a gente precisa superar. Para isso é preciso engajar outros atores fora do país que tenham uma visão mais realista sobre a realidade brasileira”, disse o embaixador se referindo à interesses comerciais que são ocultados em demandas ambientais internacionais.

Produção agropecuária

Renato Rodrigues, pesquisador da Embrapa e presidente do Conselho Gestor da Rede Integração Lavoura-pecuária- floresta (ILPF), parceria público privada para fomento dos sistemas integrados de produção agropecuária, Renato Rodrigues, destacou a vanguarda do Brasil na produção sustentável.

“Buscamos cada vez mais melhorar esse sistema de produção, oferecer mais benefícios ao produtor e também levar junto essa agenda ambiental”, afirmou.

De acordo com comunicado do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), avanços significativos já foram dados com o Plano ABC, Cadastro Ambiental Rural e o Código Florestal.

Participantes do painel organizado pela Centro de Estudo em Sustentabilidade da Fundação Getúlio Vargas enfatizaram que o Brasil tem tudo para ser reconhecido mundialmente pela capacidade de conciliar a produção agropecuária com a preservação do meio ambiente, contribuindo não apenas para baixa emissão de carbono, mas também para uma agricultura carbono negativo.

“A Embrapa tem feito um esforço extremamente relevante e é uma das instituições responsáveis pelo sucesso da agropecuária brasileira”, diz o embaixador e presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportação e Investimentos (Apex-Brasil), Roberto Jaguaribe. “As demandas ambientais são fundamentais.

Mas existe um componente demagógico que a gente precisa superar. Para isso é preciso engajar outros atores fora do país que tenham uma visão mais realista sobre a realidade brasileira”, disse o embaixador se referindo à interesses comerciais que são ocultados em demandas ambientais internacionais.

Produção agropecuária

Renato Rodrigues, pesquisador da Embrapa e presidente do Conselho Gestor da Rede Integração Lavoura-pecuária- floresta (ILPF), parceria público privada para fomento dos sistemas integrados de produção agropecuária, Renato Rodrigues, destacou a vanguarda do Brasil na produção sustentável.

“Buscamos cada vez mais melhorar esse sistema de produção, oferecer mais benefícios ao produtor e também levar junto essa agenda ambiental”, afirmou.

Integração lavoura-pecuária-floresta

A Rede ILPF participou da COP 23 divulgando a tecnologia de integração lavoura-pecuária- floresta (ILPF) e buscando junto a fundos internacionais apoio financeiro para a implantação do projeto “Programa de Segurança Alimentar e Nutricional, Valorização do Campo e Tecnificação da Agricultura Tropical: ILPF, a alternativa para a agricultura do amanhã”.

A proposta, elaborada pela Rede ILPF, prevê ações para os próximos dez anos e busca captar 1 bilhão de dólares junto a instituições internacionais.

 Serviço:

Campo Grande (MS) vai sediar, entre os dias 16 e 20 de julho de 2018, a primeira de negócios 100% focada em ILPF. Mais informações: Campo Grande Expo 2018.

Fonte: Painel Florestal com informações do SF Agro e Rede ILPF

 
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