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29/01/2019
Por AGEFLOR
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Governo e CMPC projetam ações sociais e futuros investimentos

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O governador Eduardo Leite e a secretária da Cultura, Beatriz Araujo, receberam, na manhã desta segunda-feira (28), no Palácio Piratini, representantes da CMPC Celulose Riograndense, incluindo o diretor-geral da companhia, Mauricio Harger. Na pauta, projetos sociais nas áreas da cultura, esporte e educação que a empresa planeja colocar em prática no RS, além de possíveis investimentos futuros e demandas de logística e licenciamentos ambientais.

Apesar de ter sua sede em Guaíba, a Celulose Riograndense atua em 57 municípios gaúchos e quer desenvolver atividades voltadas a professores e alunos nas áreas de esporte, cultura e educação. Para este ano, tem aprovada verba de leis de incentivo fiscal para 45 projetos, que serão executados em 12 cidades do estado, a partir de fevereiro.

“Temos todo o interesse na parceria e reconhecemos a empresa como um fator muito importante para o Estado, principalmente econômico. Mas também, de forma adjacente, com esses projetos que plantarão sementes para o futuro”, pontuou o governador.

Embora essa primeira leva de ações esteja confirmada com recursos federais, a CMPC Celulose Riograndense busca uma aproximação com o governo estadual para estar mais próxima das comunidades e pensar em projetos futuros. “Para nós isso também é importante, porque nos permite, enquanto governo, ter uma capilaridade maior nos municípios e não centralizar ações na capital”, afirmou a secretária Beatriz.

Leite aproveitou o encontro para reafirmar que o Estado está aberto a cooperar para que a empresa faça novos investimentos em solo gaúcho, assim como a expansão da unidade de Guaíba, concluída em 2015, que foi um dos maiores investimentos privados da história do Rio Grande do Sul, com um total de R$ 5 bilhões.

O diretor-geral confirmou que existe esse interesse e já convidou o governador para ir ao Chile, onde nasceu e fica a sede mundial do grupo CMPC. Além disso, Harger apresentou demandas, como a melhora da logística do canal de acesso da hidrovia Guaíba-Lagoa dos Patos, já que 90% da produção é exportada pelo Porto do Rio Grande, e mais agilidade na liberação de licenciamento para suas operações.

“Contem conosco, já estamos providenciando mudanças para tornar o Estado mais acolhedor a investidores como a Celulose”, concluiu o governador.

Texto: Vanessa Kannenberg
Foto: Itamar Aguiar/Palácio Piratini

 
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