BibliotecaEventosNotícias da AgeFlorNotícias do Mercado
12/01/2021
Por AGEFLOR
Compartilhar esta notícia
Colheita de Madeira recebe assistência técnica da Emater/RS-Ascar

Renovado no ano de 2020, o Termo de Cooperação entre a Emater/RS-Ascar e a empresa Suzano Papel e Celulose estabelece o compromisso de Assistência Técnica aos produtores do Programa Poupança Florestal. As principais atividades executadas pelos extensionistas da Instituição são as orientações técnicas, feitas para renovação e manutenção das licenças ambientais, junto à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (Fepam).

Durante a renovação das licenças, que possuem validade de cinco anos, ocorre uma interação entre os técnicos da Emater/RS-Ascar com os produtores, na atualização de informações e mapas referentes às áreas plantadas com eucaliptos, além dos documentos solicitados durante o processo.

A assistência técnica na condução da brotação do eucalipto, após colhido na floresta, orienta o controle de formigas, adubação, limpeza da área e desbrota das cepas.

Outra demanda importante feitas com os técnicos é o mercado da madeira. Com os valores em alta, o ramo vem satisfazendo os produtores. Florestas com idades entre dez e 12 anos para a produção de toras estão sendo vendidas via exportação pelo porto de Rio Grande e variam entre R$ 25,00 e R$ 30,00 a tonelada. Já os preços recebidos da empresa Suzano ficam entre R$ 45,00 e R$ 50,00 o metro cubico em pé.

O produtor rural Marcelo Brasil, proprietário de uma floresta com idade de 14 anos no município de Caçapava do Sul, relata que está vendendo a madeira com foco no mercado exterior, já que a demanda vem aumentando fora do país, o que ocasiona a valorização do produto.

Marcelo Brasil também analisa o papel importante da Emater/RS-Ascar na ajuda para sanar dúvidas, através de cursos e capacitações oferecidas pela Instituição. “O produtor rural logisticamente está afastado da infraestrutura, que dá acesso a esse conhecimento e a Emater transporta a informação que está na cidade para dentro da propriedade, então é fundamental para o desenvolvimento econômico e social do agronegócio”.

Segundo o gerente regional da Emater/RS-Ascar, Rodolfo Perske, após o tempo de espera do crescimento das florestas, os produtores estão obtendo um retorno financeiro compensador. “A maioria ficou contente com o retorno e pretende continuar com a floresta. Alguns investiram em imóveis, veículos e infraestrutura para a propriedade, como tratores, balanças e mangueiras para manejo do gado”, informa.

Via Assessoria de Imprensa da Emater/RS-Ascar – Regional Bagé

 
Voltar