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22/04/2019
Por AGEFLOR
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Celulose Riograndense assume assinatura da controladora chilena, CMPC

O diretor-geral da CMPC em Guaíba, Maurício Harger, falou na última semana para o jornal Zero Hora e também para o SBT-RS. Confira abaixo as informações publicadas:

 

Em ZH, coluna de Marta Sfredo:

Oito meses depois da chegada de Maurício Harger, diretor-geral da CMPC em Guaíba, a empresa põe em prática a nova gestão. Uma das mais visíveis será a assinatura: a empresa quer ser chamada de CPMC, como a controladora chilena. Celulose Riograndense será o nome da planta local. Este 2019 marca 10 anos da empresa chilena no Brasil e o centenário da CMPC no país andino, que também tem atividades na Argentina e no Peru.

Um dos objetivos, com a mudança de nome, é espelhar melhor o tamanho da companhia, com vendas globais de US$ 4,8 bilhões. A CMPC comprou a Aracruz em 2009. Antes, a unidade de Guaíba já havia sido Riocell e Borregaard. 

A companhia se apresenta como “produtora do futuro”, já que 40 produtos (de papel a cosméticos, passando por tecidos) vêm da celulose. Focará sua atividade em três “C”: criar (as múltiplas aplicações), conviver (boa relação de vizinhança) e conservar (atenção aos biomas gaúchos, baseada no fato de que para cada hectare de eucalipto plantado, há 0,4 de mata nativa preservada. 

 
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