» APB Florestal
No início de 2003, o Comitê da Indústria de Base Florestal e Moveleira da FIERGS, formado pela Ageflor (Associação Gaúcha de Empresas Florestais), Movergs (Associação das Indústrias de Móveis do Estado do Rio Grande do Sul), Sinpasul (Sindicato das Indústrias do Papel, Papelão e Cortiça do Estado do Rio Grande do Sul), Sindimadeira (Sindicato Intermunicipal das Indústrias Madeireiras, Serrarias, Carpintarias, Esquadrias, Marcenarias, Aglomerados e Chapas de Fibras de Madeiras, e Afins do Rio Grande do Sul), Sindmóveis (Sindicato das Indústrias da Construção e do Mobiliário de Bento Gonçalves) e Sindmobil (Sindicato das Indústrias do Mobiliário da Região das Hortênsias), reuniu-se com o então governador Germano Rigotto no Palácio Piratini para apresentar a proposta de criação de um programa para alavancar o setor de base florestal do Rio Grande do Sul. O ex-governador acolheu com estusiasmo essa proposta, designado um Grupo de Trabalho constituido pelo Comitê e cinco Secretarias de Estado para formatar o programa. Reuniões periódicas do Grupo de Trabalho traçaram as suas premissas e, com recursos do Fundeflor, foi contratada a Universidade Federal de Santa Maria para realizar os estudos necessários para a sua elaboração. Na continuidade, foi criado por Decreto o Arranjo Produtivo de Base Florestal - APB Florestal -, integrando vinte e uma entidades públicas e privadas,para dar suporte e traçar políticas para a expansão da cadeia produtiva de base florestal. Com a denominação de Programa Floresta Indústria-RS, foram delineadas metas relacionadas ao aumento da base florestal, modernização e ampliação das indústrias existentes e atração de novas indústrias. A agência de fomento Caixa-RS colocou como prioridade a aplicação de recursos do Propflora, viabilizando um grande incremento dos plantios florestais no Estado. A modernização e a expansão das indústrias existentes está proporcionando um significativo aumento da produção e da produtividades dos diferentes segmentos que compõem essa cadeia produtiva. A atração de investimentos nacionais e internacionais, como os anunciados da Aracruz, Stora Enso, VCP (Votorantim Celulose e Papel), ScanCom, Masisa, Isdra, entre outros, em montante próximo de quatro bilhões de dólares, colocará a economia estadual em um novo patamar de desenvolvimento.
 
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